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À frente da Dirección Nacional de Propiedad Intelectual (Dinapi), do Paraguai, Patrícia Stanley Zarza considera que a propriedade intelectual pode ajudar a difundir o conhecimento gerado pelo povo de um país. Ela está nos dias 5 e 6 de maio no Rio de Janeiro, no INPI, para a reunião do Comitê Diretivo do Sistema de Cooperação sobre Aspectos de Informação Operacional e Propriedade Industrial (Prosur) e conta os principais desafios do escritório de PI paraguaio.

INPI – Na sua opinião, de que modo o sistema de propriedade intelectual tem contribuído para o desenvolvimento econômico do Paraguai?

Patrícia Stanley Zarza – Um dos problemas mais difíceis para o Paraguai é a luta contra a pobreza. E a propriedade intelectual é uma luta inteligente contra a pobreza porque traz o conhecimento do mundo para as pessoas. A PI promove o desenvolvimento, tanto reunindo o conhecimento do povo, como dando acesso a esse conhecimento, que é capaz de gerar benefícios para a sociedade.

INPI – Quais são os principais desafios da Dinapi?

Patrícia Stanley Zarza – O principal desafio, no escritório paraguaio, é que somos poucos e precisamos de mais gente. Outra questão é levar a PI até as pessoas. A PI sempre foi para poucos, para aqueles que a conhecem. Para os demais, é um tema difícil. Por não conhecerem a PI, quando vão registrar suas marcas, elas já estão registradas em nome de outro titular. Então, o maior desafio é chegar a todas as pessoas.

INPI – De que forma o Prosur pode ajudar a superar esses desafios?

Patrícia Stanley Zarza – Estamos buscando elementos colaborativos que ajudem as pequenas empresas a fazerem negócios dentro de outros países. E também para grandes empresários que buscam expandir e chegar a novos mercados, com umapproach técnico, colaborativo, respeitando as legislações e políticas públicas dos países.

 

Fonte: http://goo.gl/GjGjEh

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